Festival Bananada reafirma Goiânia como ponto de encontro da música brasileira em 2026
Com mais de 100 atrações, evento ocupa diferentes espaços da capital goiana e fortalece conexões entre arte, cidade, diversidade cultural e intercâmbio criativo.
Encontros entre territórios, gerações, linguagens e experiências moldam a trajetória do Festival Bananada ao longo de mais de duas décadas. Em 2026, o evento reúne mais de 100 atrações em uma programação que se espalha por diferentes espaços de Goiânia e reforça o papel da cidade como um dos principais polos da produção cultural contemporânea no País. O projeto foi aprovado na Seleção Petrobras Cultural com recursos da Lei Rouanet.
Entre os dias 18 e 23 de agosto, a capital goiana se transforma em palco para artistas, público e profissionais da cultura em uma agenda que reúne shows, showcases, festas, experiências e atividades distribuídas por locais como o Centro Cultural Martim Cererê, o Centro Cultural Oscar Niemeyer, bares, boates, pontos de cultura, restaurantes e outros espaços da cidade.
Desde sua criação, o Bananada construiu uma trajetória marcada pela descoberta de artistas, pelo fortalecimento de circuitos independentes e pela criação de espaços de convivência e troca. Ao longo dos anos, tornou-se uma referência nacional ao aproximar diferentes cenas musicais e estimular diálogos entre criadores de diversas regiões do Brasil.
A edição de 2026 reúne nomes consagrados e artistas que ajudam a desenhar os rumos da música contemporânea. Entre as atrações já confirmadas estão BaianaSystem, Gaby Amarantos, Arnaldo Antunes, Tulipa Ruiz, Don L, Boogarins, Tuyo, Tássia Reis, Jadsa, Julia Mestre, Sophia Chablau & Felipe Vaqueiro, Giovani Cidreira, Vitor Araújo & Kiko Dinucci, além de dezenas de outros nomes que compõem a programação.
“O Bananada nasceu da vontade de aproximar pessoas, artistas e ideias. Ao longo dos anos, criamos um ambiente onde diferentes cenas conseguem dialogar, compartilhar experiências e abrir novos caminhos. É uma história construída coletivamente e que ajudou a projetar Goiânia como um território de relevância cultural.”
“O Bananada acontece nos palcos, mas também nas ruas, nos encontros e nas conexões que surgem a partir deles. Existe uma relação muito forte com a cidade e com as pessoas que ajudaram a construir essa trajetória. Cada edição renova esse sentimento de pertencimento e amplia as possibilidades de troca.”
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